quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Recadastramento do Bolsa Família vai até o dia 15 de novembro

A secretaria municipal de Saúde e Bem-Estar Social de Sinimbu informa que as pessoas que possuem o cadastro único do Bolsa Família deverão fazer o recadastramento até o dia 15 de novembro, independente de estarem ou não recebendo o benefício. O recadastramento deverá ser feito junto à secretaria de Saúde, somente nas terças-feiras pela manhã e é preciso estar munido dos seguintes documentos: certidão de nascimento ou casamento, carteira de identidade, CPF, título de eleitor, carteira de trabalho (mesmo que nunca tenha sido assinada ou esteja há muito tempo sem ser assinada), comprovante de renda (bloco de produtor com notas, contracheque ou recibo, no caso para os diaristas), atestado de óbito (caso algum membro da família tenho vindo a falecer, pois o mesmo deverá ser excluído da lista).

A Assistente Social da Prefeitura de Sinimbu, Flávia Regina Schaefer, explica que aquelas pessoas que, por algum motivo não fizerem o recadastramento até a data estipulada correm o risco de perder o benefício do Bolsa Família.

A Assistente Social comunica, ainda, que, por algum motivo, 49 famílias de Sinimbu foram apontadas pelo Tribunal de Contas, sendo assim, ela, juntamente com a funcionária da secretaria da Saúde, Ângela Struecker, estarão em breve fazendo uma visita a essas famílias para averiguar o que foi apontado pelo Tribunal de Contas, se realmente confere ou não.

Em Sinimbu são 184 famílias que recebem o beneficio do Bolsa Família. A partir do mês de setembro o valor básico para as famílias que tem renda inferior a R$ 70,00 mês está fixado em R$ 68,00 e o valor variável está fixado em R$ 22,00 por criança, sendo pago esse valor até três crianças por família. E aquelas famílias que tem renda superior a R$ 70,00 mês recebem só o valor variável, que é de R$ 22,00 por criança, sendo pago esse valor para famílias que tem até três filhos.

Sancler Ebert, Gazeta do Sul.

5 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  2. Para abrir as discussões, trago um tema que, de imediato, lembra uma das idéias centrais do ideal Estado de bem- estar: o "assistencialismo". Não este assistencialismo que condenamos aqui no Brasil, mas o que vem da idéia de prestação de serviços por parte do Estado e, mais do que isso, da responsabilidade estatal com o desenvolvimento da sociedade em todos os níveis. A prática assistencialista no Brasil ainda gera discussões das mais diversas, dentre elas a eficácia de tal política. Sobre a eficácia da política assistencialista adotada pelo Brasil, gostaria de ler suas opiniões, críticas e principalmente sugestões para algo melhor.

    ResponderExcluir
  3. Olha, eu acho que aquela história relacionada àquela máxima sobre dar o peixe ou ensinar a pescar. O governo brasileiro é especialista em doar coisas para a população de baixa renda. É apenas um efeito paliativo, que estanca mas não coagula. A estas pessoas que vivem à margem da pobreza deveria ser oferecida capacitação profissional para que as mesmas pudessem conquistar os bens necessários a sua subsistência.

    ResponderExcluir
  4. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  5. Acredito que as mudanças devem ocorrer em um nível estrutural. Antes de lançar uma nova geração de capacitados desempregados, é necessário mobilizar a econômia e gerar empregos para a população no local em que estão inseridos. O que falta ao Brasil é uma Política de Estado que não se restrinja a períodos de governança, mas encare mudanças substânciais, a longo prazo, na organização social.

    ResponderExcluir