A princípio, iamgino nossa sociedade em tal nível de desenvolvimento, comparável ao dos países onde a experiência do Estado de bem-estar social se consolidou. Um país - e nisso não incluo apenas o governo - preocupado com o desenvolvimento (onde por desenvolvimento compreendam-se os mais diversos níveis de análise).
Tendo por base a educação, todos teriam a possibilidade de escolher o melhor para si e, com isso, o melhor para todos. A educação seria a base de todo o pensamento que visasse ao desenvolvimento Seria, portanto, seria um fator potencializador da liberdade, tendo por base a igualdade de oportunidades e acesso e o incentivo à continuidade. A saúde seria algo do que nos orgulharíamos profundamente, com atendimento humanizado, responsável e, principalmente, de qualidade. A infra-estrutura nos daria prazer de sair às ruas, de tomar um ônibus e ter certeza de que o transporte seria eficaz, de ter possibilidades de lazer acessíveis....
Na lógica do Estado de bem-estar social (simplificações à parte), tudo isso seria responsabilidade pública, ou seja, o Estado garantiria tudo. Dando espaço à iniciativa privada nas áreas que não fossem de seu interesse. E porque não? Porque usar os verbos indicando tão remota possibilidade? Tal possibilidade se perpetua como possibilidade à medida que não nos libertamos de nosso comodismo. Somos a geração que pode fazer algo! Levantemos, pois, nossas armas - cada um com a que dispuser- e façamos a "revolução"! Este é o caminho.
Mais uma vez lembro, criticar é importante, mas não é suficiente. Façamos deste blog um ambiente de críticas construtivas, de opiniões - mesmo que contrárias -, de sugestões e propostas. Já que é, supostamente, no nosso meio onde o conhecimento passa, temos toda a possibilidade de inovar. Do contrário, toda a informação que temos, todo o acesso "privilegiado" à "verdade", toda a oportunidade de que desfrutamos todo senso crítico que dizemos ter serão em vão.
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