A Assistente Social da Prefeitura de Sinimbu, Flávia Regina Schaefer, explica que aquelas pessoas que, por algum motivo não fizerem o recadastramento até a data estipulada correm o risco de perder o benefício do Bolsa Família.
A Assistente Social comunica, ainda, que, por algum motivo, 49 famílias de Sinimbu foram apontadas pelo Tribunal de Contas, sendo assim, ela, juntamente com a funcionária da secretaria da Saúde, Ângela Struecker, estarão em breve fazendo uma visita a essas famílias para averiguar o que foi apontado pelo Tribunal de Contas, se realmente confere ou não.
Em Sinimbu são 184 famílias que recebem o beneficio do Bolsa Família. A partir do mês de setembro o valor básico para as famílias que tem renda inferior a R$ 70,00 mês está fixado em R$ 68,00 e o valor variável está fixado em R$ 22,00 por criança, sendo pago esse valor até três crianças por família. E aquelas famílias que tem renda superior a R$ 70,00 mês recebem só o valor variável, que é de R$ 22,00 por criança, sendo pago esse valor para famílias que tem até três filhos.
Sancler Ebert, Gazeta do Sul.
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ResponderExcluirPara abrir as discussões, trago um tema que, de imediato, lembra uma das idéias centrais do ideal Estado de bem- estar: o "assistencialismo". Não este assistencialismo que condenamos aqui no Brasil, mas o que vem da idéia de prestação de serviços por parte do Estado e, mais do que isso, da responsabilidade estatal com o desenvolvimento da sociedade em todos os níveis. A prática assistencialista no Brasil ainda gera discussões das mais diversas, dentre elas a eficácia de tal política. Sobre a eficácia da política assistencialista adotada pelo Brasil, gostaria de ler suas opiniões, críticas e principalmente sugestões para algo melhor.
ResponderExcluirOlha, eu acho que aquela história relacionada àquela máxima sobre dar o peixe ou ensinar a pescar. O governo brasileiro é especialista em doar coisas para a população de baixa renda. É apenas um efeito paliativo, que estanca mas não coagula. A estas pessoas que vivem à margem da pobreza deveria ser oferecida capacitação profissional para que as mesmas pudessem conquistar os bens necessários a sua subsistência.
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ResponderExcluirAcredito que as mudanças devem ocorrer em um nível estrutural. Antes de lançar uma nova geração de capacitados desempregados, é necessário mobilizar a econômia e gerar empregos para a população no local em que estão inseridos. O que falta ao Brasil é uma Política de Estado que não se restrinja a períodos de governança, mas encare mudanças substânciais, a longo prazo, na organização social.
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